Trabalho escolar sobre a reforma agraria

24/08/2011 at 11:55 pm Leave a comment

Região Centro-Oeste

Por:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Polivalente – Agosto/2000 –

I – Introdução

 

Você poderá observar que, o Centro-Oeste passou por grandes transformações nas últimas décadas, especialmente depois da construção de Brasília em 1960.

Tentaremos mostrar da forma mais clara, que a criação de gado é a atividade mais importante. E que os produtos mais cultivados são soja e arroz, destinados à exportação, utilizando métodos modernos.

A exploração de minérios não é muito importante, com destaque apenas ao manganês e no Maciço de Urucum.

A vegetação é variável conforme as regiões de contatos a predominância é o cerrado onde se encontra o clima tropical, que pode ser encontrado na maior parte da região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II – Desenvolvimento

 

2.1. – Divisão política e hidrografia

 

O Centro Oeste é a segunda macroregião brasileira em área territorial, possuindo 1604850 km2 (18,9% da área do país). É formada por 3 estados – Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – alem do Distrito Federal, onde se localiza Brasília a capital do país.

No Brasil, a bacia platina é subdividida em três bacias menores, a do rio Paraná, a do rio Paraguai, localizadas em sua maior parte no Centro-Oeste, e a do rio Uruguai.

O rio Paraguai, cujo as nascentes ficam no estado do Araporé, no estado de Mato Grosso, recebe águas de diversos afluentes, entre eles os rios Cuiabá, Taquarí e Miranda.

 

2.2. – Clima e vegetação

 

O clima dominante é do tipo tropical, com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno ceco. As temperaturas são elevadas o ano todo.

Na porção setentrional da região, principalmente no norte e nordeste do estado de Mato Grosso, aparece o clima equatorial úmido, com temperaturas elevadas e chuvas intensas o ano todo, e na porção meridional no sul do estado de Mato Grosso do Sul, na área cortada no Trópico de Capricórnio verificamos a ocorrência do clima tropical de altitude com temperaturas mais baixas no inverno e chuvas concentradas no verão.

A vegetação dominante na região Cen­tro-Oeste é o cerrado, característico do clima tropical. Trata-se de urna formação arbustiva, ou seja, vegetação de pequeno porte, que se apresenta com o tronco e os galhos bastante retorcidos e recobertos por urna grossa cama­da de cortiça. Espalha-se por urna extensa área no interior do Centro-Oeste, inclusive alcan­çando terras de outras regiões brasileiras.

Além dessa formação arbustiva domi­nante, ainda encontramos áreas de floresta equatorial ao norte, matas galenas acompa­nhando alguns nos na porção oriental da região e formações de campos no extremo sul de Mato Grosso do Sul. Merece um destaque especial a vegetação da planície do pan­tanal Mato-grossense. Nessa planície, em função de suas condições naturais muito par­ticulares, aparecem associadas espécies ve­getais dos mais diversos tipos, ou seja, flo­restais, arbustivas e herbáceas, caracterizando a formação vegetal denominada comple­xo do Pantanal.

2.3. – Agropecuária

 

O Centro-Oeste manteve a sua atividade de produtora agropecuarista sempre voltada para o mercado interno para o abastecimento das áreas mais dinâmica do país. Nas ultimas décadas, no entanto, sua economia agropecuarista passou a se voltar também para os grandes mercados mundiais. Hoje o Cen­tro-Oeste é um grande fornecedor de produ­tos agropecuários, como grãos (soja e arroz) e carne, para as indústrias alimentícias do Cen­tro-Sul e, especialmente de soja, para o mer­cado externo.

A agricultura do Centro-Oeste vem au­mentando rapidamente sua participação no total da produção brasileira em função de di­versos fatores. O aumento da produtividade das áreas tradicionais que se modernizam com in­vestimentos em máquinas, equipamentos e re­cursos técnicos de fertilização e correção de solos é um deles. Outro fator é a incorporação de novos espaços que até bem pouco tempo ou eram dedicados a uma lavoura rudimentar de subsistência, ou eram áreas não aproveita­das economicamente, mas que agora, com as chegadas das frentes pioneiras, vão sendo in­tegrados a uma economia mais dinâmica.

Entre as principais áreas agrícolas, des­tacam-se Campo Grande e Dourados (Mato Grosso do Sul), centros produtores de soja e trigo. Em Goiás, sobressai a região denomi­nada “mato grosso de Goiás”, ao sul de Goiânia, com a produção de soja, algodão e feijão, e o vale do Paranaíba, no Sudeste goiano, onde se tem algodão e arroz.

Com relação à pecuária, é importante dizer que a região detém cerca de 1/4 de todo o rebanho bovino brasileiro. Essa participação tende a aumentar, graças a uma série de fatores favoráveis, tanto de ordem natural, como o relevo de topografia plana e a vegetação aberta do cerrado, como de ordem político-­econômica  abertura de estradas, formação de pastos e melhoria genética dos rebanhos.

O sistema de criação que predomina é o extensivo, tendo em vista que a região dispõe de grandes espaços e é, ao mesmo tem­po, um enorme vazio demográfico. O objeti­vo mais importante é a produção de carne para as indústrias frigoríficas do Centro-Sul. A prin­cipal área de criação está no pantanal Mato­-grossense, onde, além dos bovinos, também são criados bufalinos, com os mesmos objeti­vos econômicos e sob as mesmas condições de criação.

As dificuldades econômicas dos pe­cuaristas da região fizeram surgir uma nova atividade nas fazendas, o ecoturismo.

 

2.4. – Mineração e indústria

 

A origem geológica de grande parte do território do Centro-Oeste, datada do Pré-cambriano e do Paleozóico, permite que a região apresente grandes possibilidades de ocorrência de recursos minerais. A produção de minérios, no entanto, é ainda pouco signi­ficativa quando comparada à de outras regiões brasileiras, como o Norte e o Sudeste.

Entre as ocorrências registradas, mere­cem destaque as produções de ferro e manganês encontrados no maciço de Urucum, no interior do pantanal Mato-grossense.

A extração é feita pela Companhia Vale do Rio Doce, com a maior parte da produção direcionada para o mercado externo, repre­sentado pelos vizinhos Paraguai, Argentina e Uruguai. O escoamento para esses países se faz pelo porto de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e pela navegação fluvial no rio Para­guai, que é navegável cm toda a sua extensão.

Uma parte menor da produção está voltada para o mercado interno, sendo consumida na própria região, na pequena si­derurgia local, ou sendo transportada para as siderúrgicas do Sudeste, especialmente para a Cosipa, na Baixada Santista.

Entre as outras reservas minerais da região, destaca-se a de níquel, importante re­curso para a indústria do aço, que tem sua maior ocorrência na cidade de Niquelândia, ao Norte de Goiás. Essa reserva é responsável por 80% da produção brasileira do minério.

No extrativismo vegetal, sobressaem a extração de látex (borracha) e de madeiras cm geral, na porção setentrional da região, e de erva-mate e madeiras, na porção meridional.

O setor industrial é muito precário e se restringe às atividades ligadas à produção agroextrativa, como as indústrias de benefi­ciamento de arroz, pequenos frigoríficos indústrias de couro, além de algumas metalúr­gicas e madeireiras, que, no conjunto, absor­vem um pequeno contingente de mão-de-obra e se utilizam de equipamentos e recursos téc­nicos pouco avançados. Nessas condições, é pouco significativa a participação da produção industrial regional.

 

2.5. – Brasília

 

A história da criação de Brasília data do período colonial. Em meados do século XVIII, o Marquês de Pombal já acredita­va na necessidade de se localizar a sede da colônia no interior. Os participantes da Incon­fidência Mineira, na segunda metade do século XVIII, também pretendiam a interio­rização da capital, que deveria ser São João Del Rei (Minas Gerais).

Em 1 822, um deputado de Lisboa propôs que “no centro do Brasil, entre as nascen­tes dos confluentes do Paraguai e do Amazo­nas, funde-se a capital deste reino, com a de­nominação Brasília”. No mesmo ano, Ritter Von Schaeffer, alemão radicado no Brasil, pro­pôs que Brasília fosse construída na latitude 15º S e longitude 48º W. A localização da ci­dade é na latitude 15º47’27” S e longitude 47º52’55” W.

Em 15 de março de 1956, Juscelino Kubitschek assinou a “Mensagem de Aná­polis”, criando a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e oficializando o nome de Brasília para a capital a ser cons­truída. Em setembro desse mesmo ano, o ar­quiteto Oscar Niemeyer foi convidado para dirigir a construção e, em março de 1957, presidiu o júri que, por unanimidade, esco­lheu o projeto urbanístico de Lúcio Costa, ou seja, o plano-piloto.

Desde sua inauguração, em21 de abril de 1960, a capital federal assistiu a uma re­núncia, uma deposição, urna ditadura militar que durou mais de 20 anos, uma campanha malsucedida por eleições diretas, além de elei­ção indireta de um presidente civil que não tomou posse, sendo substituído pelo seu vice, e uma eleição livre e democrática de um pre­sidente que sofreu impeachment por corrup­ção. Por tudo isso, Brasília é a capital das es­peranças. Sua divisa, Venturis ventis, signifi­ca “aos ventos que hão de vir”, em latim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

III – Conclusão

 

Conclui-se que, devido as condições naturais as atividades agropecuárias sempre foram as mais importantes, mas nos últimos anos ela vem se destacando no mercado interno e externo.

As atividades industriais são voltadas apenas para práticas agropecuárias. E a mineração é praticada com pouco destaque ao ferro e ao manganês.

Observou-se também que o clima predominante da região Centro-Oeste é o tropical onde aparecem os cerrados, porém, nas zonas de contato com outras regiões há grandes variações. Encontramos também, grande riqueza no complexo do pantanal mato-grossense.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IV – Bibliografia

 

Manual do Estudante Globalizado

Lições de Geografia/Hélio Carlos Garcia e Tito Márcio Caravello/ 6ª série

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sumário

 

I – Introdução

 

II – Desenvolvimento

 

2.1 – Divisão política e hidrografia

2.2. – Clima e vegetação

2.3. – Agropecuária

2.4. – Mineração e indústria

2.5. – Brasília

 

III – Conclusão

 

IV – Bibliografia

 

 

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